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RS precisa substituir agenda derrotista por esperança e crescimento, diz Rossetto

  • 29/06/2018
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Superar a agenda derrotista e implantar uma agenda de esperança e crescimento. Esta a definição básica de um eventual governo caso o pré-candidato do PT, Miguel Rossetto, for eleito para comandar o Rio Grande do Sul nos próximos quatro anos. Ele expôs este resumo de intenções em entrevista coletiva à imprensa da região do Alto Uruguai na noite desta sexta-feira (29), antes de seminário sobre desenvolvimento regional no Seminário Fátima, em Erechim.

Acompanhado pelo deputado estadual Altemir Tortelli, pelo deputado federal Dionilso Marcon, lideranças locais e candidatos, Rossetto, que foi vice-governador durante a gestão de Olívio Dutra, afirmou que pretende fazer o governo votar a funcionar, tirando o Estado da crise sem vender patrimônio público. “O atual governo fez escolhas erradas, trabalha pouco e mal”, avaliou.

Para mudar a paisagem do RS, Rosseto propõe a retomada do processo de crescimento e geração de empregos no país com a eleição de Lula à presidência; manter o Banrisul e o BRDE como instituições públicas de crédito; combater a sonegação e reduzir gastos, além de enfrentar o tema da dívida pública a partir da certeza de que o acordo de renegociação dos débitos feito em 1998 pelo então governador Antônio Britto é lesivo aos cofres estaduais e compromete 13% do orçamento todos os anos. Rossetto defende a recuperação de créditos devidos pela União por conta da lei Kandir, além de melhorias na arrecadação tributária.

Estas medidas, asseverou, garantirão investimentos em saúde, educação e segurança, assegurando pagamento dos salários do funcionalismo em dia e a recuperação dos vencimentos do magistério.

O pré-candidato também antecipou que revitalizará os Conselhos Regionais criados durante o governo Tarso Genro para acompanhar a aplicação dos recursos de pedágios nas próprias regiões. Estes organismos foram esvaziados na atual gestão.

Outra prioridade é a retomada os processos de participação popular. “È importante apender a ouvir”, afirmou Rossetto, que realiza roteiro pelo Alto Uruguai até neste sábado à noite para recolher demandas regionais.

Incompetência

Tortelli lembrou, durante a entrevista, que o senador Pulo Paim destinou emenda de R$ 13 milhões à Uergs. Os recursos não foram aplicados e podem ser perdidos porque o Executivo não liberou R$ 800 mil relativos à contrapartida estadual. “Enquanto isso, gasta R$ 60 mil mensais de aluguel pela sede central da Universidade”, criticou.

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